Espécie rústica, que não exige muitos cuidados, e bastante ornamental.
Aqui você encontrará dois conteúdos:
*uma lista de projetos de restauração ecológica e viveiros que produzem mudas nativas no bioma;
*espécies de fauna e flora da Caatinga.
O bioma, exclusivamente brasileiro, caracteriza-se pela vegetação xerófita, adaptada ao clima semi-arido do Nordeste.
Espécie rústica, que não exige muitos cuidados, e bastante ornamental.
A propriedade, do agrônomo João Paulo Ferraz, destaca-se na produção agroflorestal, com uma mescla de espécies florestais e herbáceas da Caatinga e variedades alimentícias exóticas.
A rede visa promover a conservação da biodiversidade da Caatinga aliada à geração de benefícios sociais e econômicos, por meio da restauração florestal de 500 hectares, implantação de sistemas agroflorestais, desenvolvimento de capacidades, estruturação de mercados locais de sementes e mudas de espécies nativas, com estímulo ao engajamento e empoderamento de mulheres e comunidades tradicionais […]
A Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá implantou uma área de agrocaatinga, um mix de espécies nativas, agrícolas e arbóreas.
A Prefeitura do município cearense inaugurou em 2024 um viveiro para produção de mudas de espécies da Caatinga para arborização urbana. Ele tem capacidade para cerca de 1.000 mudas.
A Prefeitura do município pernambucano administra viveiro implantado pelo governo estadual em 2024. Ele produz tanto espécies nativas da Caatinga quanto exóticas e tem capacidade de produzir até 50 mil mudas por ano. Ele também vai desenvolver atividades de educação ambiental.
Projeto nascido da cooperação técnica envolvendo a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e o Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec), com a finalidade de promover a restauração da Caatinga e da Mata Atlântica. Ele fomenta a bioeconomia via capacitação para a produção de espécies nativas apícolas. Em maio de 2024 […]
A Prefeitura do município potiguar inaugurou em 2024 um viveiro para produção de mudas para restauração ecológica, implantação de agrofloresta e arborização urbana. A sua meta é produzir 10 mil mudas por mês para o próprio município e outros da região. Trata-se de uma parceira com a ONG Organização Atitude Social e Ambiental (OASA).
A mineradora implantou e mantém três viveiros comunitários para produção de mudas da Caatinga para recuperação de áreas degradadas por suas atividades na Bahia. A operação, iniciada em 2012, também promove coleta de sementes.
O Centro Estadual de Educação Profissional, administrado pelo governo da Bahia, criou em 2024 um viveiro de mudas nativas da Caatinga. Ele fornece mudas para o projeto Reflorestando a Caatinga, desenvolvido por estudantes de ensino profissional em agropecuária. Ele visa recuperar o entorno da escola, junto à Lagoa do Cachorro.