Iniciativa de recuperação de canteiros urbanos, mata ciliar e áreas desmatadas na zona urbana de Mutum/RS e reverter impacto de fortes enchentes de setembro de 2023. Ela é liderada por Carlos Alberto Novo dos Santos, de 17 anos. Graças a uma campanha via redes sociais, ele obteve doações de mudas de floriculturas e viveiros da […]
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Projetos desenvolvidos por comunidades, proprietários rurais, ONGs, empresas, universidades e governo em todo o Brasil
Criada em 2023 por uma parceria entre a Fundação de Tecnologia do Acre, instituições de pesquisa e ONGs, ela busca fomentar a cadeia de sementes no Acre e proteger espécies nativas vulneráveis. A rede está inserida no projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia.

Organização que desenvolve projetos socioambientais na Caatinga desde 2004. Dentre as suas iniciativas está um esforço de documentação da presença do macaco-prego-galego na região, iniciado em 2018. A entidade também capacitou moradores de Craíbas/AL para que pudessem identificar as espécies botânicas da região.

A organização indígena Mẽbêngôkre (ou Kayapó) atua desde 2001 no Arco do Desmatamento. Ela desenvolve alguns projetos de viés de restauração, como o estabelecimento de sistemas agroflorestais em diversas terras indígenas, com destaque para a TI Capoto Jarina.
Única unidade de conservação às margens do Rio São Francisco. Esta reserva privada inclui algumas áreas sendo restauradas e mantém um viveiro de espécies nativas da Caatinga. Ela tem parceria com a Universidade Federal de Sergipe, via Projeto Opará.
A Prefeitura administra o Horto Florestal de Sorriso, também conhecido como Horto Florestal Sebastião Almeida da Silva. Ele tem capacidade de produção de cerca de 100 mil mudas por ano, parte delas nativas. Elas se destinam à arborização urbana.
O viveiro municipal trabalha predominantemente com espécies nativas, destinadas à arborização urbana e restauração florestal. Ele também desenvolve atividades educativas. No início de 2024 a Prefeitura do município paulista realizou plantio de umas poucas mudas nativas nas margens do Ribeirão do Chá.
A mineradora, subsidiária brasileira do grupo Potash Corp., mantém um viveiro em Autazes/AM desde 2021 que já produziu mais de 42 mil mudas de 55 espécies agroflorestais. Parte delas são doadas a agricultores locais. Hoje ele tem capacidade de produzir 20 mil mudas por ano, volume que deverá dobrar, com apoio da Embrapa.
Pesquisa coordenada por Marta Pereira, professora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que estuda a substituição do mercúrio utilizado na extração de ouro pelo garimpo por um extrato de pau-de-balsa, uma espécie florestal amazônica. Uma das suas vertentes envolve a implantação de viveiros para trabalhar com a espécie na área do Médio Madeira, no […]
A Prefeitura do município mineiro está restaurando uma área do Parque Municipal do Cristo Redentor, na região central da cidade. Quase 3 mil mudas nativas foram plantadas e foram adotadas técnicas de conservação da água e do solo. A taxa de mortalidade registrada foi de 8%. O trabalho de implementação do Plano de Manejo está […]