Pau-terra

Árvore frequente no Cerrado, resistente ao fogo e capaz de rebrotar após queimadas. Ela é utilizada na produção de mel e também tem qualidades medicinais. Suas flores são polinizadas por mariposas e a goma que flui do seu tronco costuma alimentar macacos. É recomendada para projetos de restauração do Cerrado e do Pantanal.

Pau-terra-da-mata

Espécie florestal recomendada para a restauração do Cerrado e da Mata Atlântica.

Marfim

Espécie recomendada para projetos de restauração do Cerrado e do Pantanal.

Carne-de-vaca

Arbusto ou árvore polinizado por abelhas, mariposas e beija-flores. Comum no Cerrado e na Mata Atlântica, ela rebrota com vigor após corte e queimada. Também regenera em pastagens com braquiária e solos pobres.

Urucum

Espécie florestal pioneira utilizada na recomposição de áreas degradadas, sistemas agroflorestais e arborização urbana. Suas sementes são utilizadas como condimento e para tingimento. Ela é recomendada pela Embrapa para projetos de produção de mel.

Mogi das Cruzes

A Prefeitura mantém algumas iniciativas voltadas para a restauração ecológica. Em agosto de 2022 ela anunciou que vai implantar um viveiro municipal para produzir mudas de espécies da Mata Atlântica. O convênio consolida a adesão de Mogi das Cruzes ao Sistema Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável, por meio do programa “Cidadania no Campo/Município Agro”. Essa […]

Araçá-mirim

Arvoreta rara, recomendada para a colonização de áreas degradadas na Amazônia, na Mata Atlântica e no Cerrado.

Capitão-do-campo

Espécie recomendada para projetos de restauração do Cerrado e da Mata Atlântica.

Instituto Socioambiental Ipê-Verde

Organização dedicada à promoção de sistemas agroflorestais em áreas públicas desde 2019. Ela está promovendo a recuperação de uma área de 23 mil metros quadrados em Taquaritinga/SP, além de desenvolver projetos de educação ambiental e georreferenciamento. Em agosto de 2022 a Ipê-Verde fechou parceria com a Prefeitura de Monte Alto/SP para promover a restauração de […]

Aracaju

A Prefeitura da capital sergipana administra um viveiro municipal, o Horto Municipal, com capacidade de produzir 20 espécies nativas e frutíferas para arborização urbana e doação à população. A unidade também promove coleta de sementes.