Empresa dedicada a serviços florestais e à produção de mudas nativas desde 2001. O seu viveiro tem capacidade de produzir cerca de 500 mil mudas de 120 espécies nativas por ano. Em abril de 2025 ele deu apoio a ação educativa da Prefeitura de Varginha.
Setor: empresa
Organizações do setor privado que desenvolvem projetos de restauração ecológica, prestam serviços associados ou mantêm viveiros que produzem mudas nativas
Produção de mudas de espécies nativas e exóticas.
Empresa produtora de mudas de espécies nativas.
Empresa que atua desde 2017 em produção de mudas do Cerrado e serviços de restauração. Seu viveiro tem capacidade de produzir 400 mil mudas por ciclo de produção. Ela também produz mudas de espécies exóticas e comercializa sementes.
Empresa especializada no cultivo de bambus nativos. Ela também produz mudas exóticas. Seu viveiro tem capacidade de produzir 20 mil mudas anuais de 8 espécies nativas.
Empresa que atua há 30 anos na prestação de serviços ambientais, inclusive restauração de áreas degradadas e implantação de Sistemas Agroflorestais em larga escala. Seu viveiro florestal industrial tem capacidade de produção de 500 mil mudas de 80 espécies do Cerrado por ano.
Empresa prestadora de serviços de engenharia florestal e fornecedora de mudas nativas na região de Montes Claros/MG. Ela também produz mudas exóticas. Vale notar que existe uma empresa com nome similar, com escritório em Barreiras/BA: Baobá Florestal.
A empresa produz cerca de 1 milhão de mudas anuais de 143 espécies nativas. Ela também trabalha com espécies exóticas.
A startup amazonense, que trabalha com blockchain e georreferenciamento, desenvolveu um aplicativo que promove reflorestamento remunerado e monitorado por satélite. Ela conecta empresas que precisam compensar o impacto de suas atividades e comunidades rurais, que são encarregadas de realizar o plantio de espécies nativas, geralmente com valor comercial. Indivíduos que querem promover a restauração ou […]
Empresa florestal dedicada à produção e comercialização de madeiras nativas certificadas. A Amata está promovendo o plantio monocultural de paricás em áreas degradadas do Pará. Ela promoveu o manejo de espécies nativas na Floresta Nativa do Jamari, em Rondônia, por 12 anos, até 2020.