A comunidade promoveu um plantio em mutirão utilizando mudas e técnicas de muvuca durante o Carnaval de 2026, em parceria com a Ecoporé.
Setor: assentamento
Projetos de restauração ecológica e viveiros que produzem mudas nativas em áreas de assentamento de Reforma Agrária
O Coletivo de Juventude do MST implantou um viveiro em 2020 para a produção de mudas nativas e frutíferas.
Projeto criado em 2022 por dois jovens assentados, Josué Cristaldo e Yris Cristaldo, que mescla produção orgânica, educação ambiental e restauração ecológica. Ele está implantando viveiros de mudas nativas e hortas escolares em Ladário e Corumbá/MS.
A comunidade está implantando sistemas agroflorestais em consórcio com gado leiteiro, em uma área antes ocupada por uma fazenda de café. Eles também coletam sementes nativas e produzem mudas em viveiro próprio. “Nosso desafio é recriar a Mata Atlântica de forma integrada aos sistemas de agrobiodiversidade. Não é só manter a floresta intocável, mas criar […]
Em 2025, a comunidade está implantando o Viveiro de Mudas de Plantas Nativas do Cerrado, implantado com apoio da Prefeitura de Sorriso, do Instituto Federal do Mato Grosso, dentre outros. Ele visa fornecer mudas para a restauração de áreas degradadas no próprio assentamento e outras organizações e cooperativas na região.
Viveiro que produz anualmente cerca de 330 mil mudas de 77 espécies nativas.
A unidade produz anualmente cerca de 200 mil mudas de 60 espécies nativas.
A empresa produz anualmente cerca de 250 mil mudas de 60 espécies nativas.
A comunidade mantém o Viveiro Dois Riachões, que tem capacidade para 30 mil mudas de espécies nativas e frutíferas destinadas a projetos agroflorestais no próprio assentamento. A primeira etapa para a criação do viveiro foi o curso de coleta de sementes, que contou com a participação de 20 agricultoras e agricultores de assentamentos do Baixo […]
A agricultora Maria José Cavalcante está promovendo a implantação de uma agrofloresta em um terreno de 7,5 hectares. O SAF mescla café a espécies nativas, medicinais e exóticas. Anteriormente o terreno era ocupado pela monocultura de cana-de-açúcar. Ela também mantém um viveiro com capacidade de produzir mil mudas por ano, para comercialização local.