A universidade desenvolve diversas atividades voltadas para a restauração ecológica. Centro de Referência em Recuperação de Áreas Degradadas O CRAD reúne pesquisadores da UFAL e também da Universidade Federal de Sergipe engajados em projetos recuperação de áreas degradas, pesquisa e formação de estudantes. Eles atuam em áreas de Mata Atlântica e Caatinga. Seu objetivo é […]
Bioma: Caatinga
Aqui você encontrará dois conteúdos:
*uma lista de projetos de restauração ecológica e viveiros que produzem mudas nativas no bioma;
*espécies de fauna e flora da Caatinga.
O bioma, exclusivamente brasileiro, caracteriza-se pela vegetação xerófita, adaptada ao clima semi-arido do Nordeste.
Arvoreta recomendada para projetos de restauração da Mata Atlântica no Sul do País. Suas folhas são usadas na fabricação do mate, o chá mais popular do Brasil.
Árvore que dá uma boa sombra e frutos ricos em vitamina C, atraentes para os pássaros. Ela é mais comum no Nordeste, mas também pode ser encontrada da Amazônia a Minas Gerais.
Espécie de estatura mediana, típica dos pomares caseiros em todo o litoral do Nordeste e muito cultivada para fins comerciais. A castanha é o verdadeiro fruto e a haste de sustentação, hipertrofiada é o caju propriamente dito, carnoso e suculento. As flores são boas para a apicultura. Além de seu valor econômico, o cajueiro auxilia […]
Espécie pioneira recomendada para o rápido recobrimento de uma área. Ela floresce na mesma época que o manacá da serra, então se puder plantar as duas juntas, o resultado vai ser lindo. Nik Sabey, do projeto Novas Árvores por Aí, no portal CicloVivo, setembro de 2022
Espécie pioneira, típica de mangues. A sua presença é excelente indicador da saúde ambiental de uma área. Pode ser utilizada em projetos de apicultura.
Espécie secundária encontrada em mangues e restingas.
Espécie longeva, secundária inicial, que tolera sombreamento médio quando jovem.
Espécie comum nas matas litorâneas, em capoeiras e matas ciliares num processo de regeneração natural. Também é frequente em solos pedregosos, em aclives fortes e em certos estágios de capoeiras e capoeirões. Pode se tornar uma das árvores dominantes.
Espécie recomendada para projetos de restauração da Mata Atlântica. Ocorre em planícies e várzeas úmidas ou mesmo encharcadas, onde é espécie frequente.