Alunos da escola, na Zona da Mata pernambucana, promoveram a semeadura de 150 quilos de sementes nativas em uma área de 1,5 hectare no seu entorno.
Categoria: Projetos na Mata Atlântica
Alunos da escola recifense mapearam áreas da escola com altas temperaturas devido à impermeabilização do solo e desenvolveram o projeto VerdeCidade, que inclui o plantio de espécies nativas. Medições confirmaram uma queda de até 3,2°C nas áreas com vegetação. Jornal do Commércio, abril de 2026
O Campus Salinas mantém um viveiro florestal que passa por revitalização e ampliação no início de 2026. Ele tem capacidade de produzir 20 mil mudas da Mata Atlântica e do Cerrado.
A unidade de conservação, no Sudeste do Paraná, é objeto da primeira concessão florestal federal na Mata Atlântica. O Serviço Florestal Brasileiro lançou em junho de 2023 edital para concessões em algumas áreas da Região Sul, inclusive na FLONA de Irati. A Ibema Participações, vencedora do edital, começou a trabalhar na área em agosto de […]
A empresa, também conhecida como Tree+, assinou um contrato de R$ 151 milhões com o Fundo Clima/ BNDES em março de 2026 para promover a restauração de 15 mil hectares de Mata Atlântica. Ela já atua no Norte Fluminense, mas estuda expandir para o sul do Espírito Santo e a Zona da Mata Mineira. A […]
A indústria, do setor automotivo, promoveu, até o começo de 2026, o plantio de mais de 15 mil mudas florestais nativas numa área de 41 hectares no entorno de sua fábrica em Camaçari/BA.
A propriedade, às margens do Sistema Cantareira, foi restaurada com apoio de programa Florestas do Futuro, da Fundação SOS Mata Atlântica. Já no Sítio Santa Bárbara, às margens do Sistema Cantareira, o ciclo de restauração levou dez anos, mesmo com desafios como solo degradado, gramíneas invasoras e alta incidência de formigas cortadeiras. Exame, fevereiro de […]
José Henrique e Tânia Gravel promoveram a restauração ecológica de sua propriedade, um pasto abandonado em Guaçuí/ES, com o plantio de 4 mil mudas de 150 espécies nativas ao longo de 35 anos. Eles também desenvolveram um projeto de apicultura no local. Ao longo das décadas, a fazenda, que tinha apenas uma nascente, passou a ter […]
Egressos do seu Centro de Estudos do Mar fundaram, em 2006, o Instituto Nautilus de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade. Pesquisadores da universidade também dão apoio ao projeto Amo Baitaca.
Projeto desenvolvido pelo empresário César Magno Moreira dos Santos, de Petrópolis desde 1996 e que combina reciclagem de resíduos e recuperação de áreas degradadas. Ele implantou pontos de entrega voluntária de resíduos e recuperação de áreas onde havia descarte de lixo, commo o Lago de Correas, onde também houve plantio de 680 árvores nativas.