A unidade produz cerca de 20 mil mudas anuais de 70 espécies, e tem capacidade máxima de produção de 50 mil mudas.
A unidade produz cerca de 20 mil mudas anuais de 70 espécies, e tem capacidade máxima de produção de 50 mil mudas.
A unidade de conservação, administrada pelo Instituto Florestal, mantém um viveiro que estaria produzindo anualmente 30 mil mudas de 80 espécies. Mas vale notar que esta informação é bastante desatualizada.
A unidade de conservação, administrada pelo Instituto Florestal, mantém um viveiro que teria capacidade máxima de produzir 380 mil mudas anuais de 65 espécies. Entretanto, esta informação está bastante desatualizada. que capacidade de produzir anualmente 10 mil mudas de 53 espécies. Entretanto, vale notar que esta informação está bastante desatualizada.
A unidade, administrada pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, produz anualmente 5 mil mudas de 20 espécies, mas tem capacidade máxima de produção de 15 mil.
A unidade, administrada pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, produz anualmente 40 mil mudas de 80 espécies, mas tem capacidade máxima de produção de 100 mil.
A cooperativa desenvolve várias iniciativas com foco em restauração ecológica, em conjunto com a Fundação Coopercitrus. Águas do Interior Paulista Projeto de reflorestamento de 50 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, sobretudo em áreas próximos a nascentes, com foco em geração de créditos de carbono. Lançado em 2025, ele está sendo desenvolvido pela Fundação […]
A unidade de conservação, administrada pelo Instituto Florestal, mantém um viveiro que teria capacidade de produzir anualmente 10 mil mudas de 38 espécies. Vale indicar, porém, que esta informação está bastante desatualizada.
Ele produz 35 mil mudas anuais de 143 espécies e tem capacidade máxima de produzir 60 mil.
A UNESP desenvolve pesquisa e projetos de restauração ecológica em vários campus: Botucatu O campus desenvolve algumas iniciativas com viés de restauração ecológica: Recuperar as áreas perdidas, entretanto, não será uma tarefa fácil ou barata. Algumas das áreas queimadas eram florestas monitoradas há mais de 40 anos. Outras eram regiões de mata pristina, termo usado […]
A entidade mantém uma área de 5 mil m² de Mata Atlântica onde promove ações educativas e produção de mudas florestais nativas.