A capital pernambucana desenvolve algumas iniciativas voltadas para a restauração ecológica. Ela participa, por exemplo, da Coalizão Cidades pela Água.
Jardim Botânico
A unidade mantém um viveiro que produz 1,2 mil mudas anuais de cerca de 30 espécies, sendo 95% da Mata Atlântica e o restante da Caatinga. Essas mudas são utilizadas na arborização de corredores viários, parques, praças e unidades de conservação. O viveiro é mantido com sementes coletadas no próprio Jardim Botânico e em expedições a outras unidades de conservação.
O Jardim Botânico também desenvolve projetos de apoio à recuperação da biodiversidade da Mata Atlântica pernambucana. Um desses projetos envolve o estudo da evolução de mudas transplantadas de jenipapinho (Tocoyena brasiliensis), cangoba (Eugenia bimarginata) e ipê-amarelo (Handroanthus chrysotrichus), bem como os tratos silviculturais dessas espécies.
Promangue Recife
Iniciativa lançada em 2024 e desenvolvida em conjunto pela Prefeitura e o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (CETENE), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Ele visa promover a recuperação do manguezal do rio Capibaribe, que cruza a capital pernambucana.
Entre as ações planejadas estão a produção e o plantio de 1.000 mudas de espécies nativas, que serão monitoradas e cuidadas para garantir a recuperação das áreas afetadas. Além disso, amostras de água, solo e vegetação serão coletadas e analisadas periodicamente para avaliar a presença de microplásticos e ajustar as estratégias de recuperação.
CETENE, agosto de 2024