O Instituto de Pesquisa e Conservação de Tamanduás no Brasil (IPCTB) trabalha há quase duas décadas com pesquisa, medicina da conservação, reabilitação e reintrodução de tamanduás, preguiças e outros animais.
Em 2023 ele desenvolve o projeto Órfãos do Fogo, desenvolvido a partir de 2021 em resposta aos incêndios no Pantanal. Tamanduás são bastante lentos e têm particular dificuldade em escapar do fogo. A iniciativa, que visa reabilitação e reintrodução, tem como base a Pousada Aguapé, em Aquidauana/MS.
A entidade promove restauração em Ilhéus/BA, em área de ocorrência da preguiça-de-coleira.
No Piauí, no Delta do Parnaíba, ele promove restauração de mangues em parceria com a comunidade, para proteção do tamanduaí, a menor espécie de tamanduá.
O Instituto Tamanduá também está trabalhando em parceria com Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP/ICMBio) para mapeamento da fauna, inclusive diversas espécies de tamanduás, na Reserva Biológica do Gurupi, no Maranhão.
Finalmente, vale mencionar que o Instituto Tamanduá está promovendo restauração de 20 hectares de Cerrado e restinga em uma área próxima ao Parque Nacional de Lençóis Maranhenses, de modo a criar barreiras contra o acesso clandestino à unidade de conservação. Esta iniciativa faz parte do projeto Na Rota do TamanduAí, que busca promover a conservação da biodiversidade em territórios considerados sensíveis do litoral maranhense, com destaque para os municípios de Barreirinhas, Paulino Neves e Tutóia, entre o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses e a Reserva Extrativista Marinha do Delta do Parnaíba.
Saiba mais
- Instituto Tamanduá
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“Iniciativa protege o menor tamanduá do mundo” – Novo Momento, 30/9/2024
- “Restauração nos Lençóis Maranhenses e como resolver dois problemas com um plantio só” – Duda Menegassi, O Eco, 28/7/2026
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