O casal de jornalistas está restaurando um lote de meio hectare em Altamira/PA utilizando a técnica de muvuca, sob orientação do Instituto Socioambiental. Em artigo no diário britânico The Guardian, Watts detalhou a experiência, como o casal enfrentou as dificuldades técnicas, e o contexto político, econômico e climático em que seu projeto de restauração se […]
Bioma: Amazônia
Aqui você encontrará dois conteúdos:
*uma lista de projetos de restauração ecológica e viveiros que produzem mudas nativas no bioma;
*espécies de fauna e flora amazônicos.
O bioma se caracteriza por uma grande variedade de paisagens, com destaque para a Floresta de Igapó e a Floresta de Terra Firme.
Espécie rara, recomendada para a restauração de Mata Atlântica, Cerrado e Pampa.
Senna rugosa – arbusto comum no Cerrado (Cerrado Típico e Cerradão) e na Caatinga. É polinizado por abelhas e atrai pássaros, que se alimentam com os seus frutos. A espécie cresce mesmo após queimada e corte, ou em pastagens abandonadas. Senna velutina – arbusto comum no Cerrado Típico.
Espécie ornamental recomendada para a arborização urbana e a restauração ecológica na Amazônia. Ela produz flores melíferas e seus frutos são consumidos por morcegos e outras espécies da fauna.
Espécie recomendada para projetos de restauração tanto no Cerrado quanto na Amazônia.
Arbusto ornamental recomendado para a restauração ecológica no Cerrado e na Amazônia. Ele atrai aves, morcegos e abelhas.
Espécie florestal pioneira e presente em vários biomas, mas incluida na Lista Vermelha da Flora do Brasil como sendo vulnerável. Ela é recomendada para projetos de restauração por crescer rapidamente. Além disso, suas frutas são ricas em vitaminas e antioxidantes.
Espécie recomendada para projetos de restauração ecológica da Mata Atlântica e do Cerrado. Seus frutos são muito apreciados por pássaros, sobretudo periquitos e papagaios.
Espécie pioneira, utilizada na recuperação de áreas degradadas e para melhorar a fertilidade do sol. Seus frutos atraem a fauna e sua amêndoa é comestível. O óleo extraído tem uso alimentício, medicinal no tratamento de reumatismo, e pode ser utilizado como aromatizante. É recomendada para projetos de restauração na Amazônia.
Espécie pioneira, utilizada na recomposição de áreas degradadas na Amazônia e na Mata Atlântica, paisagismo e criação de abelhas.