A área, com cerca de 31 mil hectares e mais de 3 mil indígenas, é sede da Associação Caboaman, que reúne mulheres dedicadas ao beneficiamento de frutas nativas da Caatinga. A entidade tem um viveiro para produção de mudas de murici e umbu, além de plantas medicinais.
Saiba mais
- “Caatinga assume protagonismo no combate à desertificação e recuperação de territórios” – Micael Olegário, Projeto Colabora, 2/7/2026
Localização:
Ibimirim, Inajá e Floresta/PE
Espécies com que trabalha:
murici, umbu