A geradora desenvolve algumas iniciativas voltadas para a restauração ecológica.
A sua subsidiária Linhas de Xingu Transmissora de Energia (LXTE) iniciou em 2026 a primeira etapa de uma ação de compensação ambiental com a restauração de uma área de 100 hectares no Pará, que está sendo executada pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM). A iniciativa está implantando unidades de sistemas agroflorestais nos municípios de Belterra, Mojuí dos Campos, Santarém e Tomé-Açu. No total, o projeto prevê a recuperação de cerca de 300 hectares.
O projeto foi concebido para construir uma cadeia de restauração baseada na participação ativa das comunidades locais. Ao todo, foram selecionadas 86 famílias, sendo 46 na região da Floresta Nacional do Tapajós. A iniciativa prioriza agricultores familiares e propriedades com potencial para implantação de sistemas produtivos sustentáveis.
Energisa, agosto de 2026
Viveiro
Também 2026 ela inaugurou um viveiro em Campo Grande/MS, com a capacidade de produzir até 30 mil mudas nativas para utilização em arborização urbana.
Saiba mais
- “Energisa lança viveiro de espécies nativas para fortalecer áreas verdes urbanas” – Vinícius Costa, JD1 Notícias, 27/4/2026
- “Grupo Energisa recupera 100 hectares de áreas degradadas na Amazônia” – Energisa, 27/8/2026
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