Grupo Suzano

A holding, com foco sobretudo no setor de papel e celulose, desenvolve algumas iniciativas com foco em restauração ambiental, algumas delas lideradas via Instituto Ecofuturo:

  • O Programa de Restauração Ambiental nos biomas da Mata Atlântica, do Cerrado e da Amazônia, que promoveu o plantio de 10,7 milhões de mudas nativas em 37 mil hectares num período de 10 anos. Em 2025 a empresa obteve um financiamento de R$ 250 milhões do Fundo Clima/ BNDES para restaurar cerca de 24,3 mil hectares adicionais nos três biomas. A meta é promover a regularização ambiental de mais de 1 mil imóveis em São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Pará e Mato Grosso do Sul. Cerca de 60% da área é de imóveis de terceiros, parceiros da Suzanos;
  • Nascentes do Mucuri e Projeto Semear Bahia, na Bahia;
  • Corredor da Mata – em 2023 a empresa anunciou alguns projetos que visam conectar fragmentos preservados, num total de meio milhão de hectares, nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. Eles estão sendo desenvolvidos tanto em áreas da empresa quanto nas de terceiros, visando inclusive a geração de renda:
    • No Mato Grosso do Sul, a empresa começou a implantar, em março de 2023, um corredor de Cerrado interligando áreas prioritárias em seis municípios (Água Clara, Brasilândia, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas), numa extensão de 394 quilômetros. Ações de restauração e manejos produtivos sustentáveis em propriedades rurais vão conectar 35 mil hectares de fragmentos. A iniciativa conta com uma parceria com o IFC, ligado ao Banco Mundial;
    • Nos estados do Pará e do Maranhão, ela está desenvolvendo o projeto Juntos Nós Plantamos o Futuro que, ao longo de três anos, com elementos de conservação, restauração e apoio à implantação de sistemas agroflorestais numa área de 2.210 km2 no bioma Amazônico. A iniciativa terá o apoio e a implementação no local do IABS (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade) e da Amazônia Onlus, organização italiana sem fins lucrativos que luta pela defesa da floresta e da população da Amazônia;
    • Em junho de 2024 a empesa anunciou que vai implementar um corredor na Hileia Baiana, conectando 170 mil hectares de fragmentos florestais entre o norte do Espírito Santo e o sul da Bahia.
  • Vale notar também que a unidade florestal da Bahia tem um passivo ambiental que totaliza 11.938 ha de áreas a serem restauradas. A meta da empresa é restaurá-la até até 2032;
  • Área de 1 hectare nos fundos de fábrica da empresa em Cachoeiro de Itapemirim/ES está sendo restaurada com plantio de 30 mil mudas nativas via mutirão em outubro de 2023. A ação faz parte do Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD).

A Suzano utiliza diferentes técnicas de restauração ambiental, como o plantio manual em descampados, onde a regeneração natural é insatisfatória, ou a condução da regeneração natural, com a realização de atividades de restauração como capinas e controle de formiga em locais onde a sucessão ecológica já está acontecendo. degradação como o fogo e o pisoteio de animais (equinos e bovinos) de áreas vizinhas.

Parque das Neblinas

Iniciativa do Instituto Ecofuturo, fundado em 1999. Antiga fazenda de eucaliptos da empresa, com 7 mil hectares, a propriedade tornou-se um case em restauração e gestão ambiental.

O parque, inaugurado em 2004, integra a bacia do rio Itatinga, o Parque Estadual da Serra do Mar e a Serra de Paranapiacaba. Cerca de 33% de seu território apresenta mata em estágio avançado de restauração. Ali foram semeadas 8 milhões de sementes de palmeira-juçara na área.

Saiba mais

Localização:

Parque das Neblinas - Mogi das Cruzes/SP / Av. Brigadeiro Faria Lima, 1355 - Jardim Paulistano, São Paulo/SP (sede do Instituto Ecofuturo) / Bahia

Telefone:

(11) 3503-9299/ 4724-0555 (Parque das Neblinas)

E-mail:

parquedasneblinas@ecofuturo.org.br