Área no sul da Bahia, que já foi ocupada por seringais, transformada em reserva de restauração pela francesa Michelin, líder mundial na produção de pneus. A propriedade fornecia borracha utilizada pela companhia desde 1980. Entretanto, a partir de 2004, a empresa decidiu separar uma área de 4 mil hectares para conservação permanente, selecionada por fazer parte do Corredor Central da Mata Atlântica. Parte dessa área teve de passar por reflorestamento, contenção da caça ilegal e restauração de nascentes.
Mais de 115 000 mudas de cerca de 340 espécies nativas já foram plantadas, a maior parte cultivada em viveiros próprios da reserva. […] Monitoramentos realizados ao longo de duas décadas indicam um aumento de 117% na população de mamíferos e aves, especialmente entre espécies ameaçadas de extinção.
Veja, agosto de 2025
A reserva da Michelin também desenvolve projetos de ecoturismo, pesquisa e educação ambiental.
Saiba mais
- “Reserva Michelin: como uma área degradada na Bahia virou símbolo de restauração da Mata Atlântica” – Ernesto Neves, Veja, 12/8/2025
Localização: