Luxor Agro

A empresa agrícola, que te 14 mil hectares de fazendas no Mato Grosso e no Sul de Minas, vem introduzido a produção agroflorestal de café em suas propriedades. Na fazenda de Mato Grosso, por exemplo, está sendo desenvolvido um plantio piloto, iniciado em 2026, que poderá ser expandido para uma área de até 500 hectares. A empresa já desenvolvia projeto semelhante em suas terras em Minas Gerais.

A empresa também teve apoio técnico da consultoria Pretaterra no Projeto Pasto Vivo, de criação pecuária entremeada com pés de caju, aroeira, macaúba e baru em fileiras espaçadas, que permitem a circulação do gado e oferecem possibilidades alternativas de renda.

O projeto, tambémm no Mato Grosso, pensou formas de conectar esses corredores arbóreos às áreas de preservação permanente da propriedade, formando corredores para circulação da biodiversidade.

“A gente como Pretaterra desenvolveu alguns preceitos para escalonar sistemas agroflorestais como modularidade, replicabilidade e elasticidade. Ainda é um longo processo, mas que pode ser feito em larga escala”, comentou Valter Ziantoni.

Um dos caminhos para alcançar esses objetivos é integrar árvores e produtos florestais não madeireiros. Além disso, a equipe visa o mercado de créditos de carbono e negociações de outros serviços ecossistêmicos. “Uma gama diversificada de produtos provenientes das árvores fornecerá fontes adicionais de forragem, renda e alimentos”

Programa Tom Maior/ Rádio Sagres, setembro de 2020

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Localização:

Pontes de Lacerda/MT

Espécies com que trabalham:

caju, aroeira, macaúba, baru