“Revelamos que a aparente estabilidade da cobertura de mata nativa observada nas últimas décadas escondeu a destruição de florestas antigas insubstituíveis. Nossos resultados indicam um processo alarmante de rejuvenescimento da cobertura florestal e distribuição espacial desigual em direção a áreas menos atrativas para a agricultura mecanizada, que podem ter efeitos deletérios na conservação da biodiversidade e nos serviços ecossistêmicos”, aponta o artigo, que foi publicado esta semana na revista Science Advances e é assinado por um grupo de 9 pesquisadores de diferentes instituições. Para levantar as informações, eles se basearam nos mapas anuais da MapBiomas de 1985 a 2018.
Leia na íntegra: artigo de Duda Menegassi em O Eco, 21/1/2021